Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco,
os pingos nos is, a um turbilhão de emoções indomáveis
justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços
coração aos tropeços, sentimentos.
Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações
lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.

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